Em assembleia geral realizada na manhã desta quarta-feira (20), funcionários efetivos que atuam nas Unidades Básicas de Saúde estiveram reunidos no plenário da Câmara de Vereadores para debater os descontos nas gratificações salariais de até 40%, que as categorias vem sofrendo desde janeiro deste ano.
Segundo a denúncia realizada na Câmara de Vereadores, estão sendo prejudicados com os cortes, os profissionais da atenção básica, como médicos, dentistas, técnicos de enfermagem e laboratório e assistentes de saúde bucal, Acs e eMulti, e profissionais da média complexidade.
Os cortes inesperados, registrados nos meses de janeiro e fevereiro, variam de R$ 1.000,00 a R$ 2.100,00 para profissionais de nível superior e de R$ 400,00 a R$ 800,00 em outras categorias. Segundo os profissionais verbas federais não estão sendo repassadas integralmente e leis municipais não estão sendo cumpridas.
A assembleia definiu que não aceitará as proposta da gestão em relação aos salários e elaborado um documento com as reivindicações a ser entregue aos vereadores nesta quinta-feira (20). Também ficou acordado que os profissionais entrarão com um mandato de segurança para impedir que a gestão encaminhe um novo projeto de lei para a câmara e derrube as leis municipais para lhes tirar os direitos.
A reunião também definiu que na próxima segunda-feira ((24), haverá uma nova assembleia que definirá se os profissionais realizarão uma paralisação ou não.
Confira a proposta enviada pelos servidores a Secretária de Saúde.
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